IF YOU WANT,YOU CAN LISTEN MUSIC

sexta-feira, 13 de março de 2009

Um Caminho para a praia do Alvor (Algarve), 2005

Óleo s/tela, 50X40cm (Oil on canvas, " Alvor beach way", Algarve, Portugal)
Caminhos que se percorrem
Sensações que se sentem
Fulgor indominável
Um não sei quê que domina
Um inexplicável que abrasa a alma
Um querer agarrar o mundo
Num viver que não basta
(autora: Inês Dourado, 12/03/2009)

Barcos de pesca, China (Fishing boats, China)

Aguarela s/papel (Watercolour) 17x12cm, 2009 (Inspirado numa viagem à China ) (Inspiration China travel)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Por-do-sol no Amazonas, Equador

óleo s/tela, 70x50cm, 2006 (oil canvas)
Viagem ao Equador. Inspirado num passeio que fiz, ao por-do-sol, nas margens do Rio Amazonas no Equador. (Inspired in a walk at Amazon river, in my Equador travel)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

MÚSICA

Música...seja ela de que natureza for é sinal de vida. Através da música, grita-se a alegria, a tristeza, o entusiasmo, a positividade...Enfim, ela é um modo de expressão universal que abrange todos os corações, todas as sensibilidades. Não precisa de ser conhecedor de francês, de inglês, de chinês, japonês, hindu, ou seja lá que linguagem for, para 'sentir' a música. Ela fala todas as linguas. E mais, porque sentida de modos diferentes, ela não tem sujeições, convenções para ser ouvida e sentida desta ou daquela maneira. Apenas é preciso 'SENTI-LA'
(Inês Dourado,26/02/2009)

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Estudante Vietnamita no Rio Mekong

Vietnamese student at Mekong River, Vietnam, 2007
Óleo s/tela, (oil on canvas) 100x60cm, 2007
(Inspirado numa cena que vi durante um passeio no delta do Rio Mekong - Inspired in a moment that i see when i take a walk at Mekong river, in my Vietnam travel)
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"No Mekong"

Nas margens do Mekong
Olho a serenidade
O seguir em frente
Num momento que é futuro
Ignorando a tortura dum passado
Que não foi seu, mas teima em ser
Mas olha-se o sol de frente
E quando ele se vai...
Fica a esperança do dia seguinte
O presente
(autora: Inês Dourado, 13/03/2007)

NA PRAIA DE FONTE DA TELHA (In Fonte da Telha Beach)

óleo s/tela, 70x50cm
"Hakai ao Mar"
Mar azul
ondas suaves
espuma branca
suaves ruidos
batem na areia
desaparecem...
voltam...
ondas ondulantes
ondas cantantes
(autora:Inês Dourado, 03/02/2009)

AO LUAR...

Óleo s/tela, 70x50cm
2009
AO LUAR
Luar eu vi
Carícias de luz
eu senti
Silenciosa, noturna,
amante dos sós,
suave delícia,
Brilhante e soturna
murmúrios ouvi
pensamentos sem voz
(autora:Inês Dourado)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

LISBOA IV

Óleo s/tela, 80x50cm (1998)

Lisboa cidade branca

De luz intensa, radiante

Afagas num abraço

Que ninguém esquece

Espreitas o Tejo

Esse teu eterno amante

Num poema que se tece

Lisboa cidade de luz

Cidade que ninguém esquece

(autora:Inês Dourado, 11/12/2009)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Noite Azul na praia

óleo s/tela, 30x24cm
Mergulho ao luar
doces carícias
sinto no meu corpo
ondular de espuma
saudável sal
divino mar
(autora:Inês Dourado,17/02/2009)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

HÁ NEVE NA SERRA (Aguarela s/papel, 27,5x22cm)

Visite a minha página na ARTELISTA
(Visit my internet page and vote in my paintings)
Visite esta página e vote nas pinturas que mais gostar.
Assim,contribui para a divulgação da minha pintura e
da pintura portuguesa.Os meus sinceros agradecimentos

sábado, 4 de outubro de 2008

"Luar de Inverno", Óleo s/tela, 50x40cm

Por que tens, por que tens olhos escuros

E mãos lânguidas, loucas e sem fim

Quem és, quem és tu, não eu, e estás em mim

Impuro, como o bem que está nos puros?

Que paixão fez-te os lábios tão maduros

Num rosto como o teu criança assim

Quem te criou tão boa para o ruim

E tão fatal para os meus versos duros?

Fugaz, com que direito tens-me presa

A alma que por ti soluça nua

E não és Tatiana e nem Teresa:

E és tampouco a mulher que anda na rua

Vagabunda, patética, indefesa

Ó minha branca e pequenina lua!

(autor: Vinicius de Moraes)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Lisboa VI (vista parcial do Castelo de S.Jorge), óleo s/tela, 100x60cm

... O castelo contempla impávido
do alto da sua colina
a cidade que conhece
desde quando era menina...
(Excerto do poema "Lisboa de Ogun"
de Fernando Girão)

Lisboa III (vista parcial c/ Igj.Sto. Estevão e Tejo), óleo s/tela, 100x60cm

Lisboa

Lisboa com suas casas

De várias cores,

Lisboa com suas casas
De várias cores,
Lisboa com suas casas
De várias cores ...
À força de diferente, isto é monótono.
Como à força de sentir, fico só a pensar.
Se, de noite, deitado mas desperto,
Na lucidez inútil de não poder dormir,
Quero imaginar qualquer coisa
E surge sempre outra (porque há sono,
E, porque há sono, um bocado de sonho),
Quero alongar a vista com que imagino
Por grandes palmares fantásticos,
Mas não vejo mais,
Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras,
Que Lisboa com suas casas
De várias cores. Sorrio, porque, aqui, deitado, é outra coisa.
A força de monótono, é diferente.
E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo.
Fica só, sem mim, que esqueci porque durmo,

Lisboa com suas casas

De várias cores.

(autor: Álvaro de Campos,
heterónimo de Fernando Pessoa)

domingo, 28 de setembro de 2008

Fases de Mulher, aguarela s/papel, 63x48cm

Mulher (em definição)
Mulher-Poesia
que deixa no meu corpo bocados
de poema Mulher-Criança
que desce à minha infância
e me traz adulta Mulher-Inteira
repartida no meu ser Mulher-Absoluta
Fonte da minha origem
(autora: Manuela Amaral)