sexta-feira, 13 de março de 2009
Barcos de pesca, China (Fishing boats, China)
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
MÚSICA
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Estudante Vietnamita no Rio Mekong
AO LUAR...
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
LISBOA IV
Lisboa cidade branca
De luz intensa, radiante
Afagas num abraço
Que ninguém esquece
Espreitas o Tejo
Esse teu eterno amante
Num poema que se tece
Lisboa cidade de luz
Cidade que ninguém esquece
(autora:Inês Dourado, 11/12/2009)terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
HÁ NEVE NA SERRA (Aguarela s/papel, 27,5x22cm)
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
"Luar de Inverno", Óleo s/tela, 50x40cm
E mãos lânguidas, loucas e sem fim
Quem és, quem és tu, não eu, e estás em mim
Impuro, como o bem que está nos puros?
Que paixão fez-te os lábios tão maduros
Num rosto como o teu criança assim
Quem te criou tão boa para o ruim
E tão fatal para os meus versos duros?
Fugaz, com que direito tens-me presa
A alma que por ti soluça nua
E não és Tatiana e nem Teresa:
E és tampouco a mulher que anda na rua
Vagabunda, patética, indefesa
Ó minha branca e pequenina lua!
(autor: Vinicius de Moraes)
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Lisboa VI (vista parcial do Castelo de S.Jorge), óleo s/tela, 100x60cm
Lisboa III (vista parcial c/ Igj.Sto. Estevão e Tejo), óleo s/tela, 100x60cm
(autor: Álvaro de Campos,Lisboa com suas casas
De várias cores,
Lisboa com suas casas De várias cores, Lisboa com suas casas De várias cores ... À força de diferente, isto é monótono. Como à força de sentir, fico só a pensar. Se, de noite, deitado mas desperto, Na lucidez inútil de não poder dormir, Quero imaginar qualquer coisa E surge sempre outra (porque há sono, E, porque há sono, um bocado de sonho), Quero alongar a vista com que imagino Por grandes palmares fantásticos, Mas não vejo mais, Contra uma espécie de lado de dentro de pálpebras, Que Lisboa com suas casas De várias cores. Sorrio, porque, aqui, deitado, é outra coisa. A força de monótono, é diferente. E, à força de ser eu, durmo e esqueço que existo. Fica só, sem mim, que esqueci porque durmo,Lisboa com suas casas
De várias cores.










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